Miopia
Dificuldade de enxergar de longe — objetos distantes ficam embaçados. A córnea muito curva ou o olho mais longo fazem a luz focar antes da retina.
Até ~9 dioptriasLASIK, PRK e TransPRK com laser Schwind WaveFront-Guided em parceria com o Hospital Oftalmológico de Brasília — para liberdade de óculos e lentes de contato.
A cirurgia refrativa corrige erros refrativos — miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia — através da remodelação da córnea com laser excimer. A luz passa a ser focada corretamente na retina, e o paciente reduz ou elimina a dependência de óculos e lentes de contato.
As três técnicas modernas (LASIK, PRK e TransPRK) diferem na forma de acessar o estroma corneano — e cada paciente tem uma indicação ideal, definida na avaliação. A Clínica Avallon oferece todas as três, com tecnologia Schwind WaveFront-Guided que corrige aberrações de alta ordem para qualidade visual superior.
A cirurgia refrativa pode corrigir os quatro principais erros refrativos. Os limites exatos dependem da espessura da córnea, da topografia e da técnica escolhida.
Dificuldade de enxergar de longe — objetos distantes ficam embaçados. A córnea muito curva ou o olho mais longo fazem a luz focar antes da retina.
Até ~9 dioptriasDificuldade de enxergar de perto, e às vezes também de longe. A córnea pouco curva ou o olho mais curto faz a luz focar depois da retina.
Até ~5-6 dioptriasVisão distorcida em todas as distâncias — a córnea tem formato irregular (mais oval do que esférico) e a luz é refratada de forma irregular.
Até ~6 dioptriasDificuldade progressiva para ver de perto após os 40-45 anos. Pode ser corrigida com técnica de monovisão — um olho corrigido para longe, outro para perto.
Monovisão a partir de 40+As três técnicas usam o laser excimer para remodelar a córnea — a diferença está em como o laser acessa o estroma. A escolha depende da anatomia, da espessura corneana e do estilo de vida do paciente.
Cria-se um flap (retalho) corneano com laser de femtossegundo. O flap é levantado, o laser excimer remodela o estroma exposto e o flap é reposicionado — funcionando como um curativo natural.
O epitélio é removido mecânica ou quimicamente e o laser excimer atua diretamente sobre o estroma anterior. Sem criação de flap, sem riscos relacionados ao flap. Recuperação mais lenta, mas alternativa segura para córneas finas.
O próprio laser excimer faz a ablação do epitélio e do estroma em sessão contínua, sem nenhuma manipulação mecânica ou química. Técnica "no-touch" — leito estromal mais suave e potencial para melhor cicatrização que o PRK convencional.

A cirurgia convencional corrige apenas o que aparece na receita: miopia, hipermetropia e astigmatismo (chamadas aberrações de baixa ordem). Mas cada olho tem imperfeições ópticas adicionais — aberrações de alta ordem — que causam ofuscamento, halos e perda de qualidade visual em ambientes escuros.
A tecnologia WaveFront-Guided mapeia essas aberrações com um aberrômetro de frente de onda e programa o laser para corrigi-las junto com o grau. Resultado: visão mais nítida, especialmente em condições de baixa luminosidade.
Dados de revisões sistemáticas e diretrizes da American Academy of Ophthalmology (2023) sobre eficácia e segurança da cirurgia refrativa moderna.

Oftalmologista co-fundadora da Clínica Avallon em Brasília. Especialista em córnea e cirurgia refrativa (LASIK, PRK e TransPRK) e blefaroplastia, com atuação clínica e cirúrgica.
Cada cirurgia refrativa é precedida de avaliação oftalmológica completa: refração manifesta e ciclopégica, topografia/tomografia corneana com mapa Belin-Ambrósio, paquimetria, aberrometria e avaliação detalhada do filme lacrimal. A indicação da técnica (LASIK, PRK ou TransPRK) é definida individualmente, baseada na anatomia e no estilo de vida do paciente.
A consulta, avaliação e o acompanhamento pré e pós-operatório acontecem na Clínica Avallon, no Asa Norte. A cirurgia em si é realizada no Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), centro cirúrgico parceiro com infraestrutura premium especializada em oftalmologia.
Da consulta inicial à alta — o caminho completo, com atendimento personalizado em cada etapa.
Na Clínica Avallon. Refração manifesta e ciclopégica, topografia/tomografia corneana com mapa Belin-Ambrósio (descarta ceratocone), paquimetria, aberrometria de frente de onda, avaliação do filme lacrimal e exame fundoscópico completo. Define-se a técnica ideal (LASIK, PRK ou TransPRK).
No dia da cirurgia, no centro cirúrgico do HOB. Verificação dos parâmetros, calibração do laser Schwind, assepsia e anestesia tópica em colírio — sem agulha, sem dor durante o procedimento. Possível pressão ou desconforto leve.
No LASIK, criação do flap com femtossegundo, levantamento e ablação estromal com excimer. No PRK, remoção do epitélio e ablação. No TransPRK, ablação contínua sem toque. Duração de 5 a 10 minutos por olho. Anti-rastreamento ocular ativo durante toda a ablação.
Aplicação de colírios antibiótico e anti-inflamatório. No PRK/TransPRK, colocação de lente de contato terapêutica para proteção até reepitelização completa (4-5 dias). Alta no mesmo dia. Primeiro retorno na Clínica Avallon em 24 horas.
As duas categorias de técnica têm tempos de recuperação muito diferentes. O LASIK tem retorno mais rápido às atividades. PRK e TransPRK têm recuperação mais lenta, mas evitam riscos relacionados ao flap.
A aderência ao protocolo pós-operatório é o que mais influencia a qualidade do resultado final e a velocidade da recuperação.
Aderência rigorosa ao esquema de colírios é fundamental para prevenir infecção e otimizar a cicatrização.
A córnea operada é mais sensível à radiação ultravioleta — fator de risco para haze após PRK.
Procurar a Dra. Dayane Shinzato imediatamente se algum desses sinais aparecer.
Sim — com critérios específicos. A cirurgia refrativa (LASIK ou PRK) tem cobertura obrigatória pelo Rol da ANS quando o paciente atende a critérios definidos. A Clínica Avallon atende diversos convênios, e realiza a cirurgia por todos os planos aceitos na própria clínica e no local da cirurgia, HOB Asa Sul — verifique a cobertura específica no agendamento.
Cirurgia refrativa moderna tem perfil de segurança excelente quando a avaliação pré-operatória é rigorosa. Mas existem riscos e situações em que a cirurgia não é indicada. Transparência total na consulta.
Riscos baixos com técnica adequada. As mais frequentes — olho seco e ofuscamento noturno — são autolimitadas ou tratáveis.
A maioria das condições de risco exige avaliação cuidadosa ou escolha alternativa de técnica, não impedindo a cirurgia.
O grau mínimo geralmente parte de 0,5 dioptria. O máximo aproximado vai até cerca de 9 dioptrias de miopia, 5-6 de hipermetropia e 6 de astigmatismo. Os limites exatos dependem da espessura da córnea, da técnica escolhida (LASIK, PRK ou TransPRK) e da avaliação individual feita pela Dra. Dayane Shinzato.
Geralmente entre 5 e 10 minutos por olho. É um procedimento ambulatorial — não precisa de internação. A maior parte do tempo de presença no centro cirúrgico envolve preparação, posicionamento e medidas de segurança. A ablação do laser propriamente dita dura tipicamente menos de 1 minuto por olho.
Depende da técnica.
LASIK: a visão geralmente já é boa no dia seguinte — pode ficar embaçada no dia da cirurgia.
PRK e TransPRK: recuperação mais lenta — a visão melhora gradualmente ao longo de dias a semanas, e a visão funcional plena costuma demorar 5 a 7 dias para se estabelecer.
Sim, é o padrão na maioria dos casos. Os dois olhos são operados na mesma sessão cirúrgica, o que reduz desconforto, tempo de afastamento das atividades e custos. Em situações específicas (pacientes com fatores de risco particulares), pode-se optar pela cirurgia em dias separados — decisão definida na avaliação.
Não durante o procedimento. A anestesia é em colírio (tópica) — você pode sentir pressão ou desconforto leve, mas não dor.
No pós-operatório, o LASIK tem desconforto mínimo. O PRK e TransPRK provocam ardor e maior sensibilidade nos primeiros 1-4 dias, controlados com colírios anti-inflamatórios, lente de contato terapêutica e, quando necessário, analgésicos orais.
Sim, com critérios específicos. A cirurgia refrativa tem cobertura obrigatória pelo Rol da ANS quando: o paciente tem mais de 18 anos, grau estável há pelo menos 1 ano e miopia entre −5,0 e −10,0 dioptrias (com astigmatismo até −4,0) ou hipermetropia até +6,0 dioptrias (com astigmatismo até +4,0).
Alguns planos oferecem cobertura ampliada, fora desses limites. A Clínica Avallon atende diversos convênios — verifique a cobertura específica no momento do agendamento.
LASIK: cria um flap (retalho) na córnea com laser de femtossegundo, levanta o flap e aplica o laser excimer. Recuperação rápida (24-48h), mas tem riscos relacionados ao flap.
PRK: remove o epitélio mecanicamente ou quimicamente e aplica o laser. Recuperação mais lenta (5-7 dias) e desconforto maior, mas sem riscos de flap.
TransPRK: ablação do epitélio e do estroma em uma única sessão pelo laser, sem toque mecânico. É a versão mais moderna do PRK, com leito estromal mais suave.
WaveFront-Guided é uma tecnologia que corrige além das aberrações comuns (miopia, astigmatismo) — corrige também aberrações de alta ordem que cada olho tem de forma única. Resultado: melhor qualidade de visão, principalmente em condições de baixa luminosidade.
Um estudo prospectivo randomizado mostrou ofuscamento em 8,6% dos olhos com WaveFront-Guided versus 15,4% com LASIK convencional aos 6 meses. Disponível pela Clínica Avallon através do laser Schwind em hospital parceiro.
Pessoas com mais de 18 anos, com refração estável no último ano, córnea saudável e espessura corneana adequada. A avaliação pré-operatória completa — feita na Clínica Avallon — define se você é candidato.
Contraindicações incluem ceratocone, doenças autoimunes não controladas, olho seco grave, gravidez/lactação e uso de isotretinoína.
Sim, a correção realizada pelo laser na córnea é permanente. A estabilização refrativa ocorre em torno de 6 meses após a cirurgia.
No entanto, o envelhecimento natural do olho continua: a partir dos 40-45 anos, a maioria das pessoas desenvolve presbiopia (dificuldade para visão de perto), que pode requerer óculos de leitura mesmo em pacientes operados de miopia.
LASIK: geralmente 1 a 3 dias após a cirurgia. Atividades físicas leves em 1 semana; esportes de contato ou com risco de trauma ocular após 1 mês (risco de deslocamento do flap).
PRK/TransPRK: 5 a 7 dias, dependendo da reepitelização. Atividades físicas leves após reepitelização completa (4-5 dias). A visão pode ficar instável por algumas semanas após PRK — dirigir à noite pode ser difícil nesse período.
A principal preparação é suspender o uso de lentes de contato antes da avaliação e da cirurgia — elas deformam temporariamente a córnea e podem alterar os exames. As gelatinosas são suspensas por pelo menos 2 dias; as rígidas, por um período maior.
No dia da cirurgia, vá acompanhado (você não poderá dirigir na volta), sem maquiagem nos olhos e sem perfume. O prazo exato de suspensão das lentes é definido pela Dra. Dayane Shinzato na avaliação.
A cirurgia refrativa a laser (LASIK, PRK e TransPRK) é contraindicada no ceratocone — o laser remove tecido e enfraquece ainda mais uma córnea já frágil, podendo agravar a ectasia.
Por isso a topografia/tomografia com mapa Belin-Ambrósio é obrigatória na avaliação: ela detecta o ceratocone, inclusive em formas iniciais. Pacientes com ceratocone têm outras opções de tratamento (como crosslinking ou lentes intraoculares), avaliadas individualmente.
Não há um limite rígido de idade máxima — o que importa é a saúde da córnea, a estabilidade do grau e a ausência de catarata significativa.
A partir dos 45-50 anos é comum surgir presbiopia e, mais tarde, catarata. Quando há catarata visualmente significativa, a cirurgia de catarata com lente intraocular pode corrigir o grau de forma mais adequada que o laser. A melhor conduta para cada idade é definida na avaliação.
Sim. Em uma minoria de casos pode restar um grau residual após a estabilização, e um retratamento ("toque") é possível — desde que a córnea tenha espessura suficiente.
O retratamento só é considerado após a estabilização refrativa, em torno de 6 meses, e depende de nova avaliação com topografia e paquimetria. A maioria dos pacientes não precisa de retratamento.
Academia (atividade leve): cerca de 1 semana após o LASIK; após a reepitelização completa (4-5 dias) no PRK/TransPRK.
Natação, piscina, mar, sauna e hidromassagem: evitar por pelo menos 2 a 4 semanas — a água é fonte de infecção.
Esportes de contato ou com risco de trauma: restrição maior no LASIK (cerca de 1 mês), pelo risco de deslocamento do flap. As liberações exatas são definidas nos retornos.
Sim, mas com moderação nos primeiros dias. No LASIK, o uso de telas costuma ser retomado já no dia seguinte; no PRK/TransPRK, à medida que o conforto visual permite.
Telas reduzem a frequência do piscar e pioram a sensação de olho seco, comum no pós-operatório — faça pausas frequentes e use colírio lubrificante com liberalidade.
Recomenda-se evitar maquiagem nos olhos (rímel, delineador, sombra) por cerca de 1 a 2 semanas — há risco de partículas e contaminação na córnea em cicatrização.
No dia da cirurgia, compareça sem maquiagem nos olhos. A liberação é orientada pela Dra. Dayane Shinzato conforme a evolução de cada paciente.
Não é possível estragar a cirurgia piscando. Uma pequena pálpebra de apoio (blefarostato) mantém as pálpebras gentilmente afastadas — você não consegue piscar durante a ablação.
Além disso, o laser Schwind tem rastreamento ocular ativo (eye-tracker), que acompanha pequenos movimentos do olho e interrompe automaticamente a ablação se houver um movimento maior, retomando quando o olho volta à posição. Tudo sob anestesia tópica, sem dor.
A perda total de visão (cegueira) pela cirurgia refrativa é extremamente rara. O laser atua apenas na córnea, na superfície do olho, sem atingir a retina ou o nervo óptico.
As complicações possíveis (olho seco, ofuscamento, haze, infecção, erro residual) são, na grande maioria, tratáveis ou autolimitadas. O maior fator de segurança é uma triagem pré-operatória rigorosa, que descarta candidatos de risco antes da cirurgia.
Esta página foi construída a partir de diretrizes oficiais (American Academy of Ophthalmology Preferred Practice Pattern 2023), revisões sistemáticas Cochrane e literatura sobre complicações.
Dra. Dayane Shinzato · CRM-DF 16596 · RQE 13225 · Oftalmologia e Cirurgia Refrativa · Clínica Avallon · Brasília