Bolsas palpebrais
Protrusão de gordura orbital — as clássicas "bolsas" sob os olhos. Indicação mais frequente da cirurgia.
Cirurgia de pálpebra inferior para corrigir bolsas, flacidez e sulco lacrimal — devolvendo ao olhar o aspecto descansado, com técnica oftalmoplástica.
A blefaroplastia inferior é um procedimento oftalmoplástico que remove ou reposiciona o excesso de pele, gordura orbital e — em alguns casos — músculo da pálpebra inferior. Corrige bolsas palpebrais, deformidade do sulco lacrimal (tear trough), flacidez e aparência de cansaço facial.
A pálpebra inferior tem anatomia mais delicada que a superior: a margem é móvel, sem osso de suporte, e qualquer alteração na tensão muscular pode resultar em complicações estéticas como scleral show, ectrópio ou retração. Por isso, a cirurgia exige técnica precisa, avaliação criteriosa e — frequentemente — combinação de manobras (transposição de gordura, cantopexia, tensionamento lateral).
A blefaroplastia inferior é indicada nas seguintes situações — frequentemente combinadas no mesmo paciente. A avaliação determina quais componentes precisam ser corrigidos.
Protrusão de gordura orbital — as clássicas "bolsas" sob os olhos. Indicação mais frequente da cirurgia.
Depressão entre a pálpebra inferior e a bochecha, que cria sombra e aparência de cansaço crônico.
Dermatocálase inferior — pele com flacidez visível, rugas finas e perda de elasticidade.
Perda de tensão da margem palpebral inferior, que pode causar scleral show ou maior exposição do olho.
Transição visível entre pálpebra e bochecha, perdendo a continuidade harmônica natural da face jovem.
Aparência de fadiga ocular permanente, mesmo após boa noite de sono — geralmente combinação de bolsas + sulco.
Depende do tipo. Esse é o ponto mais importante de toda a consulta — e onde o paciente mais é mal orientado em outras clínicas. Existem 4 tipos de olheira com causas diferentes: a cirurgia resolve alguns, parcialmente outros, e nada outros. Cada tipo tem o seu tratamento correto.
As bolsas de gordura criam sombra e dão aparência de olheira escura mesmo com boa noite de sono. O olhar parece "inchado" e cansado.
Ao remover ou reposicionar a gordura — especialmente na técnica transconjuntival — o sulco diminui, a sombra some e o olhar fica descansado. Resultado muito bom com a cirurgia isolada.
Cor marrom ou muito escura "achatada", causada por excesso de pigmento (melanina) na pele. Comum em fototipos III a VI, herança genética. Não há volume, só cor.
A cirurgia não remove melanina. Tentar operar essas olheiras leva à frustração e gasto desnecessário. O tratamento é dermatológico — clarear a pele.
Cor arroxeada ou azulada por vasos visíveis através de pele muito fina. Piora com cansaço e desidratação. Diferente das pigmentadas — a cor "muda" durante o dia.
A cirurgia ajuda ao reposicionar gordura, criando uma camada que "esconde" parte dos vasos. Mas geralmente precisa de complementos dermatológicos para resultado completo.
O caso mais comum. Combinação de bolsas + pigmento + vasos + flacidez. Cada componente exige uma abordagem diferente — não há um único tratamento que resolva tudo.
Aqui é onde o diferencial da Clínica Avallon mais aparece: cirurgia trata a parte estrutural, e a dermatologia trata pigmento, vasos e textura. Tudo na mesma clínica.
A escolha entre as duas técnicas é definida pela anatomia do paciente — basicamente, pela presença ou ausência de excesso de pele palpebral inferior. A Dra. Dayane Shinzato indica a técnica adequada após avaliação oftalmoplástica completa.
Incisão feita pela face interna da pálpebra, dentro da conjuntiva. Não há cicatriz externa visível, mesmo no pós-operatório imediato.
Incisão subciliar — logo abaixo dos cílios inferiores. A cicatriz fica oculta na linha natural da pele e tende a ficar imperceptível após alguns meses.
A abordagem moderna é graduada e personalizada — cada paciente recebe a combinação de técnicas que sua anatomia exige. Casos simples usam apenas ressecção de gordura; casos complexos podem combinar 4 ou 5 técnicas no mesmo ato cirúrgico.
A gordura orbital é reposicionada inferiormente sobre o rebordo orbital, preenchendo o tear trough em vez de ser descartada.
Usada em 61% dos casosLiberação do ligamento retentor do orbicular, permitindo melhor suavização da transição entre pálpebra e bochecha.
Em casos com sulco evidenteReposicionamento do septo orbital abaixo do arcus marginalis para refinar deformidades persistentes do sulco lacrimal.
Refinamento técnicoTensionamento suave do canto lateral por sutura, para graus leves a moderados de frouxidão palpebral.
Em 18% dos casosTensionamento mais firme do canto lateral, indicada para graus mais significativos de frouxidão palpebral.
Casos selecionadosEnxerto de gordura autóloga para correção volumétrica e rejuvenescimento periorbital — preenche e melhora a pele.
Correção volumétricaÁcido tricloroacético aplicado simultaneamente para tratar rítides finas, sem violar o músculo orbicular.
Em 62% dos casos selecionadosResurfacing que melhora textura, linhas finas e qualidade da pele palpebral. Pode ser feito no mesmo ato ou em sessão separada com Dr. Orlando Morais.
Otimização cutâneaDo exame pré-operatório ao fechamento. Toda a cirurgia é conduzida pela Dra. Dayane Shinzato, com infraestrutura própria da Clínica Avallon. Duração total de 1 a 2 horas, sem internação.
Marcação detalhada, identificação das bolsas de gordura (medial, central e lateral), avaliação da posição da pálpebra inferior, teste de tração para frouxidão, projeção da bochecha. Definição da técnica (transconjuntival ou transcutânea) e de associações necessárias.
Anestesia local infiltrativa na região palpebral, com ou sem sedação intravenosa leve. Procedimento ambulatorial — sem necessidade de internação hospitalar. Paciente vai para casa no mesmo dia.
Incisão pela via escolhida (interna ou subciliar). Acesso aos compartimentos de gordura. Ressecção ou transposição da gordura conforme planejamento. Quando indicado, liberação do ligamento ORL e excisão de pele. Hemostasia rigorosa para reduzir risco de hematoma.
Quando indicado, cantopexia ou cantoplastia para estabilizar a margem palpebral. Fechamento com fio fino (geralmente 6-0 ou 7-0). Em casos selecionados, peeling TCA 30% ou laser pode ser feito no mesmo ato. Curativo simples e orientações.
Dados de séries clínicas e revisões sistemáticas mostram a frequência das técnicas associadas e a evolução pós-operatória esperada.

Oftalmologista co-fundadora da Clínica Avallon em Brasília. Especialista em córnea, cirurgia refrativa (Lasik e PRK) e oftalmoplástica, com atuação clínica e cirúrgica em blefaroplastia superior e inferior, lifting de supercílios e correção do sulco lacrimal (tear trough).
Atende com abordagem oftalmoplástica integrada — cada cirurgia precedida de avaliação oftalmológica completa: motilidade ocular, sintomas de olho seco, posição palpebral, frouxidão, projeção da bochecha. Trabalha em parceria com o Dr. Orlando Morais para combinar cirurgia e tratamentos dermatológicos avançados quando a indicação é mista.
Resultados de pacientes da Clínica Avallon. O objetivo é devolver o olhar descansado sem alterar a expressão natural — preservação da forma da pálpebra, sem retração nem alteração do canto lateral.


A pálpebra inferior tem recuperação um pouco mais lenta que a superior — o edema demora mais para se resolver completamente, e em alguns casos pode haver quemose (edema da conjuntiva) que prolonga o aspecto.
Inchaço e equimoses (manchas roxas) atingem o pico. Compressas frias intermitentes nas primeiras 48-72h. Lubrificação ocular contínua. Cabeceira elevada para dormir. Sem esforço físico, sem maquiagem.
Maior parte do edema diminui. Retirada de pontos externos (se técnica transcutânea) por volta do 5º-7º dia. Retorno ao trabalho com óculos de sol se necessário. Início da liberação para maquiagem leve.
Maioria dos pacientes apresenta melhora substancial nesse período. Possível persistência de quemose em alguns casos. Atividade física leve liberada. Proteção solar rigorosa essencial para evitar hiperpigmentação.
Resultado quase final em 1-3 meses; definitivo entre 3 e 6 meses. Cicatriz (quando transcutânea) totalmente maturada. Liberação progressiva para todas as atividades. Avaliação tardia com a Dra. Dayane Shinzato.
São cirurgias distintas, com indicações, técnicas e tempos de recuperação próprios. Muitos pacientes têm indicação para ambas — nessa situação, podem ser combinadas no mesmo ato cirúrgico ou realizadas separadamente.
Trata bolsas de gordura ("olheiras estruturais"), flacidez de pele e sulco lacrimal abaixo dos olhos. Indicada para aparência cansada do terço inferior periorbital, festoons e excesso de pele.
Trata o excesso de pele (dermatocálase) e flacidez da pálpebra de cima. Indicada para olhar pesado, pálpebra caída sobre o cílio e comprometimento do campo visual superior.
Orientação rigorosa nessas três frentes garante recuperação adequada, minimiza complicações e otimiza o resultado final.
Lagoftalmo temporário é comum e a córnea precisa de proteção contínua nos primeiros dias.
Pele periorbital fina e operada é particularmente suscetível à hiperpigmentação pós-inflamatória.
Procurar a Dra. Dayane Shinzato imediatamente se algum desses sinais aparecer no pós-operatório.
A blefaroplastia inferior tem complicações potencialmente mais graves que a superior — a margem palpebral inferior é móvel e qualquer alteração de tensão pode resultar em problemas estéticos. Por isso, a técnica precisa ser precisa e a avaliação pré-operatória rigorosa.
Riscos baixos com técnica adequada, mas existem. As mais frequentes — quemose, olho seco, hematoma — são autolimitadas e tratáveis.
A maioria das condições de risco exige ajuste técnico ou abordagem alternativa, não impedindo a cirurgia. Avaliação cuidadosa é essencial.
Procedimento cirúrgico que remove ou reposiciona o excesso de pele, gordura orbital e — em alguns casos — músculo da pálpebra inferior. Corrige bolsas sob os olhos, flacidez e rugas finas, devolvendo um aspecto descansado. Pode ser estética ou funcional (quando atrapalha a visão ou causa desconforto).
A blefaroplastia superior atua sobre o excesso de pele e flacidez da pálpebra de cima (pálpebra caída). A blefaroplastia inferior foca nas bolsas de gordura, sulco lacrimal e flacidez abaixo dos olhos. Muitas vezes podem ser feitas juntas no mesmo ato cirúrgico.
Geralmente a partir dos 35-40 anos, quando aparecem bolsas e flacidez. Não há idade mínima rígida — depende do caso. Pacientes jovens com bolsas de origem genética também podem ser candidatos, especialmente para a técnica transconjuntival. Idosos saudáveis também podem fazer.
Existem duas técnicas principais. Transconjuntival (interna): incisão dentro da pálpebra, sem cicatriz externa visível, ideal para quem tem gordura sem excesso de pele. Transcutânea (externa): incisão subciliar abaixo dos cílios, remove pele e gordura, com cicatriz discreta na linha natural. Duração de 1 a 2 horas, anestesia local com ou sem sedação, sem internação.
Na técnica transconjuntival não há cicatriz externa — a incisão é interna à pálpebra. Na técnica transcutânea, a cicatriz fica logo abaixo dos cílios e tende a ficar praticamente imperceptível após alguns meses, pois a pele da região é muito fina e cicatriza muito bem.
Primeiros 7-10 dias: inchaço e equimoses mais intensos, repouso relativo. 10-15 dias: maior parte do edema diminui, retorno ao trabalho com óculos de sol se necessário. 1-3 meses: resultado quase final com cicatrização completa. Resultado definitivo entre 3 e 6 meses.
Dor é rara. A maioria sente desconforto leve, controlado com analgésicos comuns. Inchaço, repuxamento, olhos secos ou visão embaçada temporária são comuns. Compressas frias ajudam muito.
Cuidados principais: evitar esforço, sol e maquiagem, usar colírios prescritos, dormir com cabeça elevada, não fumar e evitar álcool.
Riscos são baixos quando a cirurgia é feita por profissional qualificado, mas existem. Possíveis: hematoma, quemose (edema conjuntival em 11,5% dos casos), olho seco temporário, ectrópio (pálpebra virada para fora), retração palpebral, assimetria, cicatrização hipertrófica e — raramente — hematoma retrobulbar (emergência cirúrgica).
Os resultados duram muitos anos, especialmente para bolsas de gordura removidas. A face continua envelhecendo naturalmente, mas a melhora costuma ser duradoura. Algumas pessoas optam por refazer ou complementar após mais de 10 anos.
Sim, é comum. Frequentemente associa-se com blefaroplastia superior, lifting de supercílio, laser CO₂ fracionado, peeling químico (TCA 30%) ou preenchimento de tear trough. A abordagem integrada otimiza o resultado periorbital global.
Depende do tipo de olheira.
Olheiras estruturais por bolsas de gordura: a cirurgia resolve muito bem.
Olheiras pigmentadas (marrom/escuras por melanina): a cirurgia não resolve — é preciso laser QuadriPico, peeling químico ou clareadores.
Olheiras vasculares (arroxeadas): melhora parcial, geralmente precisa de preenchimento de tear trough ou laser vascular.
Olheiras mistas: cirurgia trata a parte estrutural, dermatologia trata o restante. Na Clínica Avallon, Dra. Dayane Shinzato (cirurgia) e Dr. Orlando Morais (tratamentos dermatológicos) trabalham em conjunto.
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Dra. Dayane Shinzato · CRM-DF 16596 · RQE 13225 · Oftalmologia e Oftalmoplástica · Clínica Avallon · Brasília